terça-feira, 17 de abril de 2018

Novo lançamento da Contra-Corrente

Indispensável. Terrivelmente cirúrgico. Assustadoramente oportuno.
O novo de livro de João Franco ajudará o leitor a perceber os grandes desafios que se colocam hoje, as causas que os motivaram, e possíveis soluções. Elucida-nos sobre a falência de muitos conceitos do passado, aos quais infelizmente, por ignorância ou má-fé, muitos ainda se agarram.
O posicionamento de cada um face ao fenómeno da globalização é transversal às diversas áreas políticas, ideologias e linhas de pensamento. Qual é o seu? Deixar-se-á excluir deste debate?
"A globalização almeja um mercado livre mundial, para que seja possível aumentar ainda mais as trocas comerciais e em consequência, os lucros. Para tal é necessário eliminar as fronteiras e as barreiras alfandegárias, uniformizar as culturas humanas, destruindo as identidades dos povos, apagar a história, todas as crenças e religiões, para tornar os indivíduos em consumidores padronizados, e substituir tudo isto por uma cultura e uma identidade falsas e superficiais, a versão cultural do pronto-a-vestir.
(…)
Por outro lado, a Nova Ordem Mundial traz consigo desejos de uma religião mundial unificada, e é acompanhada pelo messianismo que adorna muitas declarações de responsáveis americanos ao mais alto nível. Doutra parte surgem toda uma vaga de crenças New Age, de cultos exóticos mais ou menos sectários, ou de religiões sincréticas, no fundo a destruição da espiritualidade milenar, tendo em vista substituí-la pelo materialismo ou por sucedâneos expurgados do seu carácter metafísico e transcendental. Vemos a imbecilidade ecuménica alastrar por todo o lado, fruto da ignorância, da apostasia e dos egos inchados de algumas figuras de topo da hierarquia das igrejas cristãs que pensam que descobriram a pólvora, nas quais podemos incluir o homem anteriormente conhecido por Bergoglio."

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