sábado, 17 de março de 2018

Dezasseis de Março, uma data a reter

O dia começou com o Diário de Notícias a fazer a apologia do islão. Continuou com a presença do mesmo em diversos órgãos de "informação".
 O pretexto foram os 50 anos da comunidade islâmica de Lisboa.
 Nas comemorações estiveram presentes Marcelo Rebelo de Sousa, António Guterres e os três anteriores presidentes da república, além de outras figuras do regime. A festa teve direito a ordem da liberdade para a comunidade islâmica (a propósito de quê?).
 O actual secretário-geral da ONU aproveitou para debitar as habituais inanidades sobre "diversidade".
 O actual presidente da república falou numa "alma árabe" presente na alma portuguesa. Só se for na dele.
 Um convidado egípcio, oriundo da universidade Al-Azhar, veio reclamar a concessão da nacionalidade portuguesa a descendentes de muçulmanos expulsos no século XVI, tal como se fez com os judeus.
 De há algum tempo a esta parte temos assistido entre nós, à semelhança do que sucede no Ocidente, a um branqueamento do islão, a uma adulteração histórica acerca de eventuais contributos para a civilização europeia, a revisionismo descarado.
 Ontem, em Portugal, tivemos uma jornada de propaganda pró-islâmica como ainda não se tinha visto.
 A nova ordem não dorme e os seus objectivos sinistros incluem Portugal.

2 comentários:

  1. Avisos contra a apologia do islamismo(chame-se ele terrorista ou "moderado")não têm faltado(e nós deviamos estar precavidos tendo em conta a História e o início deste país)como por exemplo neste caso no Brasil(em 2017) http://midiasemmascara.org/artigos/por-que-devemos-calar-o-aiatola/

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    1. Temo-los tido em quantidade, esses avisos, mas a nova ordem não parará até conseguir os seus desígnios. Com a cumplicidade de boa parte da população, anestesiada pelo materialismo e pelo discurso pseudo-humanista.

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