domingo, 19 de novembro de 2017

Já vimos isto

Não há dia em que não surjam novas vítimas de "assédio sexual". É uma coisa devastadora, não deve haver ninguém em Ólióde e arredores que não tenha sido apanhado pela rede. Até há pouco não havia quem não tivesse sido vítima de bullying. Depois foi a moda da fome na infância. Agora é isto. E o flagelo parece já ter chegado a Portugal, pelo que se lê hoje na imprensa séria.
 Ora bem, este histerismo faz lembrar o que sucedeu nos anos 80 (ou 90, não tenho aqui a bibliografia à mão) com o chamado "Movimento da Memória Recuperada", graças ao qual muita gente foi acusada de abuso de menores sem ter culpas no cartório. Claro que, paralelamente a isto, desvia-se a atenção dos casos verdadeiramente problemáticos. No meio de tanto alarido o assunto torna-se repetitivo, monótono e cansativo.
 E é o que nos arriscamos a ter. Com tanta gritaria e falsidades à mistura o mais certo é existir uma desvalorização dos casos reais de assédio. O outro já foi para tratamento, coitadinho - não deveria ter ido antes para a cadeia? -, e quem sabe quantos passarão incólumes e quantos outros pagarão na sua vez.

2 comentários:

  1. Por este andar qualquer dia é tudo "assédio sexual"(e obviamente que existe como sempre existiu,mas também por parte de mulheres),já o gaysismo esse é cada vez mais promovido como "normal",sinais dos tempos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É isso. Tudo é assédio e no meio disso acabam por passar incólumes uns quantos. O gayzismo será promovido enquanto for útil à extrema-esquerda, quando deixar de ser deixam-no cair e os muçulmanos que resolvam o assunto.

      Eliminar