domingo, 8 de julho de 2018

Suedistão


"No Verão de 2014, o festival de música 'We Are Stockholm' teve lugar como habitualmente. Excepto o facto de, no evento, dezenas de raparigas, algumas com apenas catorze anos, terem sido cercadas por gangues de imigrantes, particularmente do Afeganistão, molestadas e violadas. A polícia local abafou o caso, não o mencionando no relatório do festival de cinco dias. Não houve condenações e a imprensa evitou qualquer referência às violações. Violações similares organizadas por gangues de migrantes ocorreram em festivais de música em 2015, em Estocolmo e Malmo, entre outras cidades. Os números eram extraordinários. Ao passo quem, em 1975, foram apresentadas 421 queixas por violação à polícia sueca, em 2014 o número anual de queixas por violação tinha subido para 6620. Em 2015,a Suécia tinha o nível de violações per capita mais elevado de qualquer país do mundo, depois do Lesoto. Quando a imprensa relatava, de facto, esses acontecimentos, distorciam-nos intencionalmente. Por exemplo, depois de uma violação em grupo de uma rapariga, num ferry de Estocolmo para Abo, na Finlândia, foi relatado que os culpados eram 'suecos', quando na verdade eram somalis. Foi uma história igual à de todos os países vizinhos. Uma investigação publicada na Dinamarca, em 2015, mostrou que era vinte e seis vezes mais provável que homens somalis cometessem violações do que os dinamarqueses, agrupados por idade. E, contudo, na Suécia como em toda a parte, este assunto permaneceu inabordável."- Douglas Murray, A Estranha Morte da Europa, pp.246-247, Porto Salvo, Desassossego, 2018.

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