terça-feira, 12 de junho de 2018

Trump, o imprevisível

Descubra as diferenças:
A) "É um encontro importante, mas temos de ser cautelosos. Há muitas interrogações em aberto, há situações que precisam ser devidamente esclarecidas. A Coreia do Norte já faltou às promessas em outras ocasiões. Além disso, estamos perante dois líderes idiossincráticos e até instáveis. Quando o presidente norte-americano aceita sentar-se à mesa de um ditador sanguinário não podemos pensar que estamos a assistir a uma comédia romântica. Além disso não existe um mapa com as etapas seguintes, não há nada na agenda acerca de quem irá fiscalizar a desnuclearização, nada. Temos de nos manter prudentes."
B) "Estamos perante um encontro absolutamente histórico. Assistimos à história a fazer-se, ao vivo. Foi necessária uma enorme dose de coragem para que o presidente norte-americano aceitasse sentar-se à mesa com o líder norte-coreano. Só um líder da craveira de Obama poderia ser capaz de dar um salto destes, decisivo para a desanuviamento mundial. Recordo que a península coreana nunca conheceu um verdadeiro tratado de paz. Mas com Obama parece que vai finalmente acontecer. O Nobel da paz é o mínimo que se exige.".
Isto é, mais ou menos, o que os comentadeiros, jornaleiros e especialeiros dizem/diriam acerca do encontro de hoje. No primeiro caso, com Trump; no segundo, se tivesse ocorrido durante o mandato do Mahatma Obama. Depois pedem-nos que acreditemos neles, no seu rigor e isenção.

3 comentários:

  1. Isto ficou assim, mas agora não me apetece editar.

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  2. Obviamente que a "matilha mediática" vai sempre atacar o Trump(pois os donos do sistema queriam a Hilária e afins).No entanto o grande problema estrutural continua,a máfia globalista não foi de todo posta em causa apesar de alguns contra-tempos promovidos por Trump(e por outros recentemente eleitos como na Itália), check http://www.globalistagenda.org/who.htm

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  3. Exacto. E essa mafia, à medida que se geram reacções, tenderá a acelerar processos como o da iminvasão ou o da legalização de invasores, para levarem a cabo os seus planos sinistros.

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