sexta-feira, 11 de maio de 2018

Um novo passo no revisionismo histórico

A ofensiva esquerdalha passou para um novo patamar: depois das estátuas e do museu, as ruas. Hoje pus-me a ler a Sábado e deparo-me com um artigo do sociólogo e crítico literário João Pedro George. O douto senhor manifesta-se contra as placas toponímicas com os nomes dos heróis das campanhas de África. De Mouzinho de Albuquerque a Aires Ornelas, são todos os centuriões africanos colocados em causa. A acusação? a habitual, a do tenebroso racismo acrescido de mais umas patacoadas. Isto chama-se revisionismo, isto é querer reescrever a História. Depois aparece a ideia peregrina de que não, nada disso, não se trata de apagar estas figuras da História. Elas devem ser estudadas, mas nas academias, pelos especialistas, etc. Sabemos quem são eles, os ditos especialistas.
 Depois de chegar a Espanha, a moda do revisionismo, das "leis de memória", chegou cá. Vamos ver onde é que vai parar. Mas estamos cá para contestar o processo.

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