terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

"Um muro no meio do caminho"

Outro filão que está a dar no campo da literatura e do ensaio é o dos refugiados coitadinhos. Contos sobre refugiados, ensaios sobre refugiados, dramas de refugiados... desta vez é o muro no caminho. Deve impedir os infelizes de chegar à Suécia e à Alemanha, onde os subsídios são maiores. Sim, porque estes refugiados modernos são exigentes. Não se contentam em procurar abrigo no país mais próximo que esteja em paz. Atravessam meia dúzia para se instalarem onde agrada mais.
 Resta saber se a casa da sra. Julieta Monginho, autora de Um Muro no Meio do Caminho, tem muros, vedações, trancas na porta ou se qualquer refugiado que se apresente pode entrar sem problemas. O mesmo é válido para todos os que clamam contra muros e barreiras. Fecham a porta quando saem de casa? ou aplicam o princípio do mundo sem fronteiras de forma coerente?

3 comentários:

  1. Sempre gostava de saber quem é que compra esses livros. Eu percebo que há muitos esquerdalhistas capazes de os comprar por princípio ideológico, mas isso não chega para os tornar economicamente rentáveis. Só espero que isto não seja um esquema como o livro do Eng.º Pinto de Sousa, comprado às resmas pelas bibliotecas públicas e autarquias, i.e. pelos contribuintes portugueses!

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    1. Pois, eu frequento bastante as livrarias e nunca vi ninguém comprar isso. Já vi pessoas que compram Paulo Coelho, Sveva Modigliani, Cristina Ferreira, Tony Carreira e por aí, mas livros sobre refugiados coitadinhos nunca vi.

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  2. Por falar nisso(sem muros e sem fronteiras) http://planetadosprimatas1.blogspot.pt/2017/09/jogos-sem-fronteiras.html

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