domingo, 25 de fevereiro de 2018

O mito da aculturação

Chegaram os romanos e civilizaram. Mas a barbárie permaneceu por baixo, latente. H.P. Lovecraft descreveu muito bem esse choque em alguns dos seus contos.
 Chegámos à América, à África e civilizámos- materialmente. Mas a barbárie permaneceu. No México e na América Central a violência azteca, no Brasil e Equador a das tribos canibais, em África a do tribalismo animista. Ainda por cima houve transplantes de barbárie com as migrações, a escravatura, as movimentações humanas.
 O cristianismo deu um toque de civilidade, mas por debaixo da superfície manteve-se a tradição animista, pagã. Pensar que o selvagem perde as suas características essenciais com o aroma da civilização é, no mínimo, ingenuidade.
 Recentes casos de canibalismo em França e na Itália (praticados, respectivamente, por cabo-verdianos e nigerianos), de homicídios com desmembramento para uso de órgãos em rituais de bruxaria, de ingestão de animais como cães (estes dois em Itália por parte de nigerianos), mostram que a aculturação não passa de um mito, na maior parte dos casos- junte-se a isto a mutilação feminina praticada por diversas comunidades, a aplicação da lei islâmica, etc.
 A chagada de vagas migratórias à Europa não transforma os seus integrantes em gente polida e educada. Não vão integrar-se, não têm interesse nisso- para mais o ambiente relativista protege-os. Mas até têm a sua razão. Não queremos que se integrem. Queremos que mantenham a sua identidade- mas nos seus países. Não queremos que transportem as suas tradições bárbaras para cá. Levámos séculos a alcançar um estado de civilização demasiado precioso para que seja agora destruído por novos bárbaros, auxiliados e incentivados pelos relativistas e niilistas que odeiam a sua própria origem.
 Não queremos aculturação, a história mostrou que é quase sempre impossível. Queremos identidade cultural- em cada território respectivo.

2 comentários:

  1. Eis um exemplo(que já vem de longa data) por cá(para não falarmos agora de outros países) http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/andre-ventura/detalhe/em-minha-defesa?ref=colunistas_outros (e a par desse problema,a não aculturação,vem outro ainda mais preocupante que é o ataque à liberdade de expressão(essa tão "louvada" pelo regime socialista/repúblicano quando lhes serve os interesses).

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    1. Li isso ontem. Não se pode criticar os dogmas do politicamente correcto. A liberdade de expressão fica para segundo plano, face às verdades dos novos profetas.

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