sábado, 16 de dezembro de 2017

povo americano diz não a Trump

Do nosso enviado à América, Marcinho Ribas:

"É impressionante, a quantidade de golpes dados no fascista Trump. Desta vez é uma sondagem rigorosa da Associated Press, Imprensa Associada como se diz aqui na América, a mostrar que mais de metade do povo americano rejeita o governo neonazi do ditador Trump. O povo, mais uma vez, mostra estar pela liberdade e pela democracia e diz não ao racista que ocupou a White House, nome pelo qual a Casa Branca é conhecida aqui na América. São quase noventa por cento de americanos que, de uma maneira ou de outra, reprovam as opções que levaram a América para um estado policial e nazi. Apenas os mais ricos e as franjas racistas e fascistas apoiam o apoiante de Hitler e pode estar por horas a demissão deste sinistro personagem."

https://www.jn.pt/mundo/interior/mais-de-metade-dos-norte-americanos-diz-que-pais-esta-pior-com-trump-8990855.html

Plus Ultra

Só para relembrar que já saiu o nº1 da revista Plus Ultra, na qual colaboro. O segundo número está previsto para Fevereiro. A comprar, inclusive para apoiar o projecto livreiro associado, da responsabilidade da Contra-Corrente, editora autónoma que tem realizado um trabalho muito louvável.

Venham todos!

Entre 2008 e 2016 foram 225.000 os estrangeiros que adquiriram a nacionalidade portuguesa. Parece que só no ano passado foram mais de 29.000. É uma festa. E com a exigência sempre a diminuir, ainda há-de chegar o dia que todo aquele que tenha posto o pé em Portugal ou saiba apontar o país no mapa adquira as condições para ser português.

estado social também anda a falhar na Holanda e no Canadá

O sistema de saúde precisa de melhorias. O número de jovens "migrantes" coitadinhos com problemas psiquiátricos não pára de aumentar. Talvez pelo excesso de trabalho, visto eles virem fazer os trabalhos que europeus e norte-americanos não querem.

https://www.jihadwatch.org/2017/12/netherlands-muslim-migrant-stabs-two-to-death-cops-say-no-terrorist-motive-perp-seriously-disturbed

https://www.jihadwatch.org/2017/12/netherlands-man-threatens-people-with-knife-at-amsterdams-schiphol-airport-cops-say-not-a-terror-incident

https://www.jihadwatch.org/2017/12/canada-muslim-with-nine-bombs-strapped-to-suicide-vest-takes-13-hostages-inside-bank

a vinda dos migrantes, coitadinhos, não vai interferir na vida dos europeus

Claro que não, pode lá ser uma coisa dessas...

https://www.jihadwatch.org/2017/12/denmark-school-cancels-christmas-to-avoid-preaching-to-muslim-students

Assim avança o mal

E nesta terra que já foi de Santa Maria tudo é experimentado, da adopção gay às barrigas de aluguer, passando pelas salas de chuto, "casamento" gay, aborto patrocinado pelo estado, descriminalização do consumo de drogas, equiparação entre animais e humanos, etc (e, futuramente, eutanásia).
 Um país moralmente de rastos.

http://observador.pt/2017/12/15/aprovado-pedido-da-primeira-barriga-de-aluguer-avo-vai-mesmo-dar-a-luz-o-neto/

Livro do dia: Bárbaros e Iluminados

Populismo e Utopia no século XXI, é o melhor livro do autor desde o seu Ideologia e Razão de Estado. Estamos perante uma análise das origens e genealogia do politicamente correcto, desde os seus alvores iluministas até aos dias de hoje, passando pelo marxismo cultural dos energúmenos de Frankfurt. É, no fundo, uma história de como viemos desaguar às trevas dos nossos dias.
 Além daquele percurso é ainda analisado o actual momento político e a emergência dos "populismos" de direita, dos resistentes que levaram ao Brexit e à eleição de Donald Trump, bem como aos resultados assinaláveis de Marine le Pen e das forças mais ou menos identitárias no Leste europeu e na Áustria. Aconselhável para se perceber melhor o momento actual da Europa e do mundo ocidental. Edição deste ano da Dom Quixote.

Bárbaros e Iluminados

Trump está desesperado

Do nosso enviado à América, Marcinho Ribas:

"O fascista Trump está desesperado. À beira da destituição o nazi tenta por todos os meios manter-se agarrado ao poder, mas a sua queda é inevitável. Agora, para conseguir manter-se no poleiro, o admirador de Hitler e Salazar autorizou a censura. Todos os funcionários da administração estão proibidos de utilizar palavras como "transgénero", "gay" ou "lgbt", sendo apenas autorizados termos injuriosos como "fufa" ou "panasca". É o desnorte completo de um aprendiz de Goebbels que muito mal tem feito à América e ao mundo. Esta nojenta ofensiva contra os direitos das minorias, no entanto, está destinada ao fracasso pois fontes anónimas que pediram o anonimato, na White House, nome que por aqui se dá à Casa Branca, garantiram que todos os funcionários da administração assinaram já um manifesto em que se recusam a obedecer a estas ordens nazi-fascistas.
 Pode estar, assim, por horas a queda deste sinistro imitador de Hess, um homem que é já considerado por todos os artistas e intelectuais de Hollywood, nome que por aqui se dá a Hollywood, o pior presidente de sempre."

https://www.jn.pt/mundo/interior/governo-trump-proibe-sete-palavras-em-documentos-oficiais-8990418.html

Quer um pedido de desculpas

E diz que só sai com indemnização. Num tempo em que existisse ética não saía porque nem sequer tinha entrado. Mas, a dar-se o caso, sairia com uma corda à volta do pescoço. Ela e outros.

https://www.jn.pt/nacional/interior/paula-brito-e-costa-justifica-despesas-e-quer-pedido-de-desculpas-8990329.html

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Mais um golpe duro para Trump

Do nosso enviado à América, Marcinho Ribas:

"Não param, as derrotas do fascista Trump. Desta vez são os maiores psiquiatras  da América que concordaram em declarar o nazi que usurpou a Casa Branca como louco. Há muito que se suspeitava que o aprendiz de Hitler fosse mad, doido, como se diz aqui na América, mas agora temos a prova. Tal como o seu ídolo também ele é maluco. Infelizmente, na América, os presidentes e candidatos não têm de fazer testes psiquiátricos. Em países progressistas, como a antiga União Soviética, só os candidatos excepcionalmente preparados podiam candidatar-se, tendo também de demonstrar a sua sanidade. Muitos candidatos com perturbações psiquiátricas foram rejeitados, mas não se pense que foram desprezados. Ao contrário do que acontecia nas sociedades capitalistas na URSS esses infelizes eram instalados em modernas unidades de saúde mental onde podiam recuperar pelo tempo que precisassem, tudo a expensas do Estado socialista.
 Por aqui é cada vez mais provável o internamento e a destituição do seguidor de Mussolini. A América liberta-se assim do flagelo que a atingiu no último ano. A nação agradece aos psiquiatras e especialistas de saúde mental, que a uma só voz se uniram para condenar a loucura do novo Himmler."

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/mundo/d%C3%BAvidas-sobre-a-sa%C3%BAde-mental-de-donald-trump/ar-BBGJt2Y?li=BBoPMmd

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Livro do dia: Os Romanov


Edição de 2017, da Presença, em dois volumes.
Excelente. Sexo e drogas com fartura, só lhe falta o roque e role.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Ética republicana

Por estes dias temos visto, mais uma vez, em que consiste a ética republicana.
Conseguem ser piores do que aqueles que dividiam o país nas últimas décadas da monarquia. E creio já terem alcançado o nível dos democráticos de Afonso Costa e companhia.
No fundo, o que têm todos eles em comum? o constitucionalismo. Regimes constitucionais em países subdesenvolvidos dão nisto. Guerras de facções aparentemente hostis (mas fazendo todas parte do grande partido único) cujo objectivo é a tomada do poder para o saque posterior. Clientelas que devem ser mantidas e estimadas.
O Estado ao serviço, não das populações, mas dos que o ocupam.
Num país subdesenvolvido como Portugal, com elites de trazer por casa, uma população semialfabetizada (mesmo quando possui instrução superior) e fascinada por ídolos (sejam eles a "Europa" ou o "progressismo" ou o que vier a jeito) como qualquer tribo de selvagens primitivos, a única solução é a que tivemos durante o Estado Novo ou na monarquia tradicional. Só assim se disciplina este país e as suas gentes.